sábado, 28 de agosto de 2010

Site lista os 50 melhores videoclipes dos anos 90



Aphex Twin - Come to daddy



G1


Pitchfork elegeu vídeo de Aphex Twin como melhor da década.
Diretores Michel Gondry e Spike Jonze foram os mais citados.

O site americano especializado em música alternativa Pitchfork elegeu os 50 melhores vídeos musicais da década de 90. O primeiro lugar da lista, publicada nesta segunda-feira (23), ficou com “Come to daddy”, clipe do artista de IDM (“intelligent dance music”) Aphex Twin, dirigido por Chris Cunningham.

Cunningham também foi mencionado mais três vezes na lista, incluindo vídeos para artistas como Björk (“All is full of love”, em nono lugar) e Squarepusher (“Come on my selector”). Mas os diretores que mais ganharam citações na lista são hoje cineastas.


Spike Jonze –de “Onde vivem os monstros” – foi citado seis vezes, por clipes de artistas como Weezer (“Buddy Holly”), Daft Punk (“Da funk”) e Beastie Boys (“Sabotage”). O francês Michel Gondry, de “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”, também é citado seis vezes, por vídeos de artistas como Foo Fighters (“Everlong”), Chemical Brothers (“Let forever be”) e Massive Attack (“Protection”).


Confira abaixo o top 20


1. Artista: Aphex Twin
Faixa: "Come to daddy"
Diretor: Chris Cunningham


2. Artista: Weezer
Faixa: "Buddy Holly"
Diretor Spike Jonze; 1994


3. Artista: Daft Punk
"Da Funk"
Diretor: Spike Jonze; 1997


4. Artista: Björk
"Bachelorette"
Diretor: Michel Gondry; 1997


5. Artista: The Beastie Boys
"Sabotage"
Diretor: Spike Jonze; 1994


6. Artista: Fatboy Slim
"Praise you"
Diretor: Richard Koufey e o Torrance Community Dance Group; 1998


7. Artista: Chemical Brothers
"Let forever be"
Diretor: Michel Gondry; 1999


8. Artista: UNKLE
"Rabbit in your headlights"
Diretor: Jonathan Glazer; 1998


9. Artista: Björk
"All is full of love"
Diretor: Chris Cunningham; 1999


10. Artista: Missy Elliott
"The rain (Supa dupa fly)"
Diretor: Hype Williams; 1997


11. Artista: Aphex Twin
"Windowlicker"
Diretor: Chris Cunningham; 1999


12. Artista: Yo La Tengo
"Sugarcube"
Diretor: Phil Morrison; 1997


13. Artista: Nirvana
"In bloom"
Diretor: Kevin Kerslake; 1992


14. Artista: Blur
"Coffee + TV"
Diretor: Garth Jennings; 1999


15. Artista: Daft Punk
"Around the world"
Diretor: Michel Gondry; 1997


16. Artista: Pulp
"This is hardcore"
Diretor: Doug Nichol; 1998


17. Artista: Foo Fighters
"Everlong"
Diretor: Michel Gondry; 1997


18. Artista: Beck
"Devil's haircut"
Diretor: Mark Romanek; 1996


19. Artista: The Notorious B.I.G. [ft. 112
"Sky's the limit"
Diretor: Spike Jonze; 1997


20. Artista: Nine Inch Nails
"Closer"
Diretor: Mark Romanek; 1994


Para conferir e assistir a lista completa, clique aqui.






Serra dá sua última cartada, agora trabalha por um Golpe de Estado


O PIG clama por isso


Serra vem se mostrando um candidato rocambolesco nos últimos dias, digno de gargalhadas. Mas ao que parece, sua última cartada não terá nada engraçado, em desespero, o tucano agora parte para o tudo ou nada. Ontem, em evento no Clube da Aeronáutica, o candidato da elite branca brasileira evocou velhos fantasmas. Numa manobra irresponsável, procurou assustar os milicos e incitá-los a tomar uma medida drástica contra a vitória de Dilma Rousseff. Pra quem não sabe, o Clube da Aeronáutica sempre foi um antro da extrema-direita.

O Blog Diário Gauche chama Serra de Padre Peyton, creio que o tucano está mais para um placebo de Carlos Lacerda. O PHA também chamou a atenção para a nova empreitada do psdbista. O clima atual é bem diferente de 1964, mas não dá para confiar na extrema direita hidrófoba. O Clube Militar já foi o playground do Brigadeiro Burnier, um dos militares mais insanos e violentos que já passaram por esse país. É o lugar certo para se articular uma aventura golpista. Portando, é bom estar atento.

Alguém tem alguma dúvida de que o PIG dará todo apoio a um assalto ao poder? Dá até para imaginar as manchetes. Talvez eles nem precisem elaborar nada, basta ir aos arquivos, manchetes e editoriais não faltam:


“Ressurge a Democracia! Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente das vinculações políticas simpáticas ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é de essencial: a democracia, a lei e a ordem.

Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas que, obedientes a seus chefes, demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições.

Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ter a garantia da subversão, a ancora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada ...”
(O Globo - Rio de Janeiro - 4 de Abril de 1964)


“Multidões em júbilo na Praça da Liberdade.
Ovacionados o governador do estado e chefes militares.
O ponto culminante das comemorações que ontem fizeram em Belo Horizonte, pela vitória do movimento pela paz e pela democracia foi, sem dúvida, a concentração popular defronte ao Palácio da Liberdade. Toda área localizada em frente à sede do governo mineiro foi totalmente tomada por enorme multidão, que ali acorreu para festejar o êxito da campanha deflagrada em Minas (...), formando uma das maiores massas humanas já vistas na cidade”
(O Estado de Minas - Belo Horizonte - 2 de abril de 1964)


“Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares que os protegeram de seus inimigos”
“Este não foi um movimento partidário. Dele participaram todos os setores conscientes da vida política brasileira, pois a ninguém escapava o significado das manobras presidenciais”
(O Globo - Rio de Janeiro - 2 de Abril de 1964)


“A população de Copacabana saiu às ruas, em verdadeiro carnaval, saudando as tropas do Exército. Chuvas de papéis picados caíam das janelas dos edifícios enquanto o povo dava vazão, nas ruas, ao seu contentamento”
(O Dia - Rio de Janeiro - 2 de Abril de 1964)


“Escorraçado, amordaçado e acovardado, deixou o poder como imperativo de legítima vontade popular o Sr João Belchior Marques Goulart, infame líder dos comuno-carreiristas-negocistas-sindicalistas. Um dos maiores gatunos que a história brasileira já registrou., o Sr João Goulart passa outra vez à história, agora também como um dos grandes covardes que ela já conheceu.”
(Tribuna da Imprensa - Rio de Janeiro - 2 de Abril de 1964)


“A paz alcançada. A vitória da causa democrática abre o País a perspectiva de trabalhar em paz e de vencer as graves dificuldades atuais. Não se pode, evidentemente, aceitar que essa perspectiva seja toldada, que os ânimos sejam postos a fogo. Assim o querem as Forças Armadas, assim o quer o povo brasileiro e assim deverá ser, pelo bem do Brasil”
(Editorial de O Povo - Fortaleza - 3 de Abril de 1964)


“Desde ontem se instalou no País a verdadeira legalidade ... Legalidade que o caudilho não quis preservar, violando-a no que de mais fundamental ela tem: a disciplina e a hierarquia militares. A legalidade está conosco e não com o caudilho aliado dos comunistas”
(Editorial do Jornal do Brasil - Rio de Janeiro - 1º de Abril de 1964)

“Milhares de pessoas compareceram, ontem, às solenidades que marcaram a posse do marechal Humberto Castelo Branco na Presidência da República ...O ato de posse do presidente Castelo Branco revestiu-se do mais alto sentido democrático, tal o apoio que obteve”
(Correio Braziliense - Brasília - 16 de Abril de 1964)


“Vibrante manifestação sem precedentes na história de Santa Maria para homenagear as Forças Armadas. Cinquenta mil pessoas na Marcha Cívica do Agradecimento”
(A Razão - Santa Maria - RS - 17 de Abril de 1964)


“Vive o País, há nove anos, um desses períodos férteis em programas e inspirações, graças à transposição do desejo para a vontade de crescer e afirmar-se. Negue-se tudo a essa revolução brasileira, menos que ela não moveu o País, com o apoio de todas as classes representativas, numa direção que já a destaca entre as nações com parcela maior de responsabilidades”.
(Editorial do Jornal do Brasil - Rio de Janeiro - 31 de Março de 1973)


“Golpe? É crime só punível pela deposição pura e simples do Presidente. Atentar contra a Federação é crime de lesa-pátria. Aqui acusamos o Sr. João Goulart de crime de lesa-pátria. Jogou-nos na luta fratricida, desordem social e corrupção generalizada”.
(Jornal do Brasil, edição de 01 de abril de 1964.)


"Participamos da Revolução de 1964 identificados com os anseios nacionais de preservação das instituições democráticas, ameaçadas pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada".
Editorial do jornalista Roberto Marinho, publicado no jornal" (O Globo", edição de 07 de outubro de 1984, sob o título: "Julgamento da Revolução").



Mais algumas manchetes:

31/03/64 – CORREIO DA MANHÃ – (Do editorial, BASTA!): "O Brasil já sofreu demasiado com o governo atual. Agora, basta!"

1°/04/64 – CORREIO DA MANHÃ – (Do editorial, FORA!): "Só há uma coisa a dizer ao Sr. João Goulart: Saia!"

1o/04/64 – ESTADO DE SÃO PAULO – (SÃO PAULO REPETE 32) "Minas desta vez está conosco"... "dentro de poucas horas, essas forças não serão mais do que uma parcela mínima da incontável legião de brasileiros que anseiam por demonstrar definitivamente ao caudilho que a nação jamais se vergará às suas imposições."

02/04/64 – O GLOBO – "Fugiu Goulart e a democracia está sendo restaurada"... "atendendo aos anseios nacionais de paz, tranqüilidade e progresso... as Forças Armadas chamaram a si a tarefa de restaurar a Nação na integridade de seus direitos, livrando-a do amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal".

02/04/64 – CORREIO DA MANHÃ – "Lacerda anuncia volta do país à democracia."

05/04/64 – O GLOBO – "A Revolução democrática antecedeu em um mês a revolução comunista".

05/04/64 – O ESTADO DE MINAS – "Feliz a nação que pode contar com corporações militares de tão altos índices cívicos". "Os militares não deverão ensarilhar suas armas antes que emudeçam as vozes da corrupção e da traição à pátria."

06/04/64 – JORNAL DO BRASIL – "PONTES DE MIRANDA diz que Forças Armadas violaram a Constituição para poder salvá-la!"

09/04/64 – JORNAL DO BRASIL – "Congresso concorda em aprovar Ato Institucional".



Como disse acima, não existe clima hoje em dia para um Golpe de Estado, mas toda vigilância é pouca. Há uma parcela da elite desse país que está fadada a desaparecer, a vitória de Dilma em outubro será a última pá de cal sobre as viuvas da Ditadura. Por isso, é bom ter cuidado, cães acuados mostram as presas a partem para o ataque.

Uma última observação, Serra é um tipo mais sujo do que eu pensava, não tem um pingo de dignidade. Logo ele, que foi cassado pelos golpistas de 64, passou boa parte de sua vida no exílio, agora adota o mesmo discurso dos gorilas do passado que por pouco não o botaram atrás das grades. Por pouco não o penduraram no pau de arara. Chega dar nojo...









sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Há algo de podre no reino do tucanato


O símbolo das gestões tucanas de São Paulo


Blog do Mercadante


Com o "efeito Lula" na campanha, Alckmin ataca Mercadante

Por
Juliana Mendes de Oliveira

Segundo notícia no UOL, o candidato tucano ao Governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, atacou o senador e candidato petista ao cargo, Aloisio Mercadante, pela primeira vez em seu horário eleitoral na noite de quarta-feira (25/08). Ainda segundo a notícia, "o ataque sinaliza uma mudança de estratégia para conter a entrada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha de Mercadante. Na última semana, Lula participou de, pelo menos, três comícios no Estado com o objetivo de pedir votos para seu candidato." De fato, Lula e Dilma participaram de três atividades com Mercadante, Marta e Netinho de Paula, estes dois últimos candidatos ao senado. O primeiro foi na sexta-feira, em Osasco, no dia 20, transmitido ao vivo pelo site Dilma na Rede. O Segundo foi na manhã de sábado em Mauá, na Grande São Paulo. Na manhã de segunda-feira, Lula e Dilma participaram com Mercadante de ato em São Bernardo do Campo, no ABCD paulista, em frente da Mercedes Benz, no local onde Lula começou sua militância como líder sindical.

Todos estes eventos com a presença de Lula geraram e ainda geram grande repercussão, sobretudo porque Lula fez fortes críticas aos governos do PSDB em São Paulo. Sobre altos preços do pedágio no Estado, por exemplo, Lula afirmou que "isso não é pedágio, isso é roubo". Além disso, Lula mencionou dados alarmantes sobre o alto investimento do Governo Federal colocado na Educação e no Metrô, investimentos que Geraldo Alckmin insiste em negar em debates, afirmando que "O Governo Federal não colocou um centavo na Educação de São Paulo, o Governo Federal não colocou um centavo no Metrô de São Paulo", negações que ele sempre faz quando questionado em debates por Mercadante sobre a aprovação automática nas escolas públicas do Estado, bem como sobre o lento andamento das obras do Metrô, que não passam de 1 km por ano. Sobre investimento na área social, no comício de Osasco, Lula disparou: "Mercadante, pergunte ao Alckmin quem cuida dos pobres em São Paulo. Não é o PSDB, é o Bolsa-Família do Governo Federal".

Diante de tantas verdades impiedosamente jogadas contra ele, ao ser contrariado por Lula, que entrou com tudo na campanha de Mercadante, Geraldo Alckmin sentiu-se aparentemente perturbado ao ser confrontado pelos 80% de popularidade do presidente Lula, que por sinal também fez Dilma disparar na disputa no Estado contra o tucano José Serra na corrida presidencial, incrível feito, já que é sabido que o São Paulo é um reduto fortemente influenciado pelos tucanos há pelo menos 16 anos. Desesperado diante da investida de Lula na campanha do adversário, Alckmin não resistiu e decidiu atacar Mercadante em seu horário eleitoral, e também no último debate na TV Gazeta, com frases do tipo "No meu governo não tem aloprados", segundo noticiado no
Terra. Diante das declarações do tucano, Mercadante disse em seu Twitter: "Parece que o nervosismo do Alckmin começou a tomar conta da sua campanha. Por que será?" Segundo informações do Estadão divulgadas pelo Portal Vermelho, "o programa eleitoral gratuito tucano de ontém divulgou que em maio de 2008 Mercadante havia faltado a uma sessão de aprovação de US$ 1 bilhão de empréstimo para a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) comprar novos trens e expandir o metrô." Diante da acusação, Mercadante declarou:

Eu acho que o nervosismo do candidato tomou conta da campanha. Isso é um sintoma claro do nosso crescimento", disse hoje Mercadante, em visita ao Sustentar 2010, evento para discutir proposta de sustentabilidade. "Ele fez ontem uma acusação completamente injusta e infundada. Eu presidi a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde aquele tema foi discutido. Não é um empréstimo de US$ 1 bilhão, nem isso eles sabem exatamente o que aconteceu. Foram US$ 535 milhões para financiar a compra de equipamentos para a CPTM, aprovados na CAE sob a minha presidência.

Mercadante contou ter indicado a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) como relatora do projeto e ter feito pronunciamento em defesa da proposta. "É injusto, improcedente, infundado, mas é o nervosismo. Eu vou continuar fazendo minha campanha. Nós vamos crescer, é evidente que nós vamos crescer fortemente, sempre com uma campanha propositiva, com críticas a políticas públicas, evitando qualquer tipo de ataque pessoal. Mas eles estão nervosos, a gente tem que dar um desconto, faz parte da disputa", afirmou.

Isso é o que o efeito Lula está causando na campanha de Geraldo Alckmin: medo e desespero. Agora, o fato curioso é que todas as pesquisas apontam que Geraldo Alckmin tem votos o suficiente para vencer no primeiro turno. Agora, se é assim mesmo, por que Geraldo Alckmin tem tanto medo? Por qual razão as pesquisas divulgadas pela grande mídia que aparentemente, faz até
"jornalismo publicitário"de sua campanha (vide, no link anterior, publicação de O Estado de São Paulo, promovendo candidatos da aliança tucana, em SP), não dão a ele a certeza da vitória? Afinal, que perigo oferece um candidato como Mercadante, que aparece com cerca de 30 pontos a menos que ele nas pesquisas? Há algo de podre no reino do tucanato. Ao que parece, não é só pura e simplesmente o efeito Lula na campanha de Mercadante. A ineficiência dos governos do PSDB em São Paulo já é tão visível, nos ônibus, trens e metrôs lotados, no trânsito parado, nas filas dos hospitais, nos alunos analfabetos funcionais fabricados pelo processo de aprovação automática do ensino público, que fica fácil para Mercadante e para seu maior aliado, o presidente Lula, evidenciarem isso nos programas eleitorais e na campanha como um todo. Assustado, sem ter um nome forte que lute por ele, já que FHC e Serra não têm lá grande grande aclamação popular, só resta a Alckmin atacar, na tentativa desesperada de conter o inevitável crescimento de Mercadante na preferência do povo paulista. É chegado o momento do eleitorado paulista rever conceitos e entender que a opção do passado não foi a melhor, e finalmente darem-se uma oportunidade de serem felizes. São Paulo é o Estado do futuro. Precisamos de um governador que nos leve a esse futuro. Precisamos de Mercadante.

Lula, Dima e Mercadante: ato em São Bernardo do Campo,
em frente à Mercedes Bens.

Em algum momento da história, o povo brasileiro não teve mais medo de ser feliz, e o Partido dos Trabalhadores teve sua chance em âmbito nacional, e assim Lula pôde mudar o Brasil. Não importa o quanto as forças reacionárias tentem bloquear a contramarcha da História, pois em algum momento, o PT terá sua chance em São Paulo. Basta apenas que o povo paulista olhe para o horizonte e veja o nascer de uma estrela, que há de iluminar a nossa estrada e o nosso caminho para um futuro melhor. Basta apenas que o povo paulista não tenha medo de ser feliz.



O coro afinado do PIG


O do meio é a finada imprensa paulista

G1Receita vê indícios de 'balcão de venda' de informações

Órgão não identifica vínculo partidário, mas admite vazamento de dados de tucanos.




Receita vê indício de 'balcão de venda' de dados fiscais sigilosos

O Globo

Corregedor da Receita admite indícios de compra e venda de dados sigilosos

Mas responsabiliza somente as 2 funcionárias já citadas e descarta motivação eleitoral no vazamento de informações fiscais de tucanos



Estadão

Esquema de violação de IRs envolvia propina e encomenda, diz Receita

Corregedor-geral da Receita apontou existência de esquema envolvendo encomenda externa de dados


Quem, além da classe média boçal paulistana, vai entrar nesse novo trololó do PIG? O Zé Ninguém nem comício faz mais, está apostando todas as fichas nesse novo ataque massivo do PIG. Hitler morreu esperando o contra-ataque de uma divisão imaginária. Serra tombará da mesma forma, os bolcheviques já estão no portão.