sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O dia em que a privatização chocou-se contra um muro — e matou 50

Causas da tragédia ferroviária de Buenos Aires já estão claras. E revelam quanto é preciso aprofundar processo de mudanças vivido pela América do Sul
Por Antonio Martins
“Assassinos, vocês são assassinos”, reagiu a multidão presente na estação Once.Protegido por policiais, Roque Cirigliano, diretor de Trens de Buenos Aires (TBA) — uma operadora privada do sistema ferroviário da capital — falava à imprensa ontem (23/2), no mesmo local em que, na véspera, um acidente matara 50 pessoas e ferira mais de 700. Alegava que o desastre pode ter sido provocado por “falha humana”, já que “o serviço da TBA é aceitável”. À medida em que passam as horas, porém, multiplicam-se os sinais de que as causas foram outras: falha no sistema de freios, provocada por duas décadas de privatização, descumprimento de normas de segurança, desvio de subsídios transferidos pelo Estado e degradação geral dos serviços.
Fabricado no Japão, em 1962, o trem 3772 patinou nos trilhos da linha Sarmiento, nos últimos quarenta metros que o separavam da barreira de concreto ao final da plataforma 2 da estação e se chocou contra ela. Algumas semanas serão necessárias para que sejam divulgadas as conclusões oficiais sobre o acidente. Mas após entrevistarferroviários e engenheiros de segurança, o jornal Pagina 12 produziu matérias que parecem confirmar o veredito dos usuários indignados.
O maquinista, Antonio Cordoba, de 28 anos, tem “excelente folha de serviços prestados”, segundo todos os seus colegas (ele está hospitalizado, mas fora de perigo). Ainda que tivesse se descuidado ou ficado inconsciente, esta ausência deveria acionar um sistema automático de travamento das rodas, conhecido como o “freio do homem morto”. Só a falha deste dispositivo, ou do circuito de ar comprimido que aciona os breques, parece capaz de explicar o choque.Os antecedentes reforçam esta hipótese. Privatizadas em 1991, as sete linhas de trens de subúrbio de Buenos Aires são operadas por quatro grupos empresariais. As composições são velhas, reformadas precariamente para aumentar a capacidade de carga, sujas e desconfortáveis. Os contratos firmados previam expansão do sistema, jamais executada. A manutenção deteriorou-se continuamente. Ainda em 2008, um relatório do órgão correspondente à Procuradoria da União brasileira apontou, entre outras falhas, falta de freios de emergência e inoperância dos freios de mão.
Como no Brasil, a privatização criou agências regulatórias, supostamente encarregadas de garantir a qualidade dos serviços públicos. Na Argentina, a que deveria atuar no setor ferroviário chama-se Comissão Nacional de Regulação dos Transportes (CNRT). Mas  “os inspetores estão cansados de fazer relatórios. Eu os li. Atestam que a manutenção está mal-feita. Concluem que é preciso aplicar multas, mas nada ocorre”,contou ao Página 12 o engenheiro Norberto Rosendo, que dirige uma ONG denominadaSalvemos al tren. 
Há suspeitas de desvio de recursos públicos. O Estado argentino subsidia o transporte ferroviário, gerido por particulares. Oferece recursos tanto para redução das tarifas (um bilhete custa cerca de R$ 0,50) quanto para modernização dos serviços. Só nesta rubrica, a TBA recebeu cerca de 60 milhões de reais, em 2011. Porém, ela é parte de umconglomerado maior: o Cometrans (Consórcio Metropolitano de Transportes). Constituído nos anos 1990, é dirigido por empresários ligados ao ex-presidente Carlos Ménem, que promoveu as privatizações. Controla também linhas de ônibus, fábricas carrocerias e material ferroviário. “O grupo usou os subsídios para comprar ônibus para a empresa Plaza”, denunciou o engenheiro Rosendo.
Os dois últimos governos argentinos, de Nestor e Cristina Kirchner, reviram parcialmente a situação que herdaram. Em julho de 2004, rescindiu-se a concessão de outro grupo privado atuante no setor ferroviário (o Metropolitano), por “faltas graves e reiteradas na prestação do serviço, pontualidade, conforto e manutenção do material”. Ontem, o ministro do Planejamento, Julio de Vido, informou que a presidente Cristina não exclui a hipótese de adotar idêntica medida, em relação ao TBA.
Desde Nestor Kirchner, foram também acelerados os investimentos públicos em transportes. Porém — mais uma triste semelhança com o Brasil — destinam-se quase exclusivamente a autoestradas e avenidas. Em seu auge, nos anos 1950, o sistema ferroviário argentino constituiu uma malha de 50 mil quilômetros de trilhos — então, a décima do mundo. Em 1991, ano da privatização, ela estava reduzida a 30 mil quilômetros. Duas décadas depois, não restam mais que 7 mil. O desastre de ontem foi o oitavo, nos últimos quatro anos e o terceiro com vítimas fatais, nos últimos doze meses.
Há vinte anos — na Argentina, no Brasil e em todo o mundo — os defensores da privatização defendiam-na sob argumento de o Estado é ineficiente. As mortes desta semana são mais um emblema de seu fracasso, presente em quase todos os tipos de serviço público.
Mas a tragédia da estação Once também mostra que a página ainda não foi virada. Interrompeu-se o desmonte ou venda das empresas estratégicas (como a Petrobrás). Lançaram-se programas de redistribuição de riqueza. Houve forte redução do desemprego. Isso ocorreu, em grande medida, porque o estado voltou a investir e a induzir o investimento privado. No entanto, esta ação não contrariou as lógicas que produzem constantemente desigualdade, ataque à natureza, “desenvolvimento” cego. No Brasil e Argentina, recursos e políticas estatais continuam a estimular, por exemplo, a produção maciça de automóveis, a mineração devastadora, o grande agronegócio. E seguem incapazes de assegurar conquistas básicas — como saneamento decente nas metrópoles, mobilidade urbana para as maiorias ou a simples garantia do acesso de todos à banda larga de internet.
É um caminho árido, em sociedades nas quais as elites têm enorme poder e mentalidade escravocrata. Por isso, talvez a melhor homenagem às vítimas Once fosse a consciência de que, na América do Sul, não basta retomar o investimento estatal. É preciso reverterseu sentido, para evitar o choque contra o muro.



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A tragédia em Buenos Aires e o efeito das privatizações na Argentina. Há risco por aqui

Familiares consultam lista com o nome das vítimas do acidente de trem. Foto: EFE
Familiares consultam lista com o nome das vítimas do acidente de trem


Nem sempre foi assim. A Argentina chegou a ter uma

das melhores redes ferroviárias latino-americanas

, mas as privatizações maciças do governo de Carlos

 Menem (1989-1999) desmantelaram o sistema público

 de transporte e deixaram a rede nas mãos de

 empresas privadas que recebem suculentas

 subvenções.

Um dia depois do acidente de trem que deixou 50 mortos e mais de 700 feridos em Buenos Aires, aumenta a indignação na Argentina pelas condições da rede ferroviária do país e pela falta de controle do governo sobre as empresas concessionárias do transporte.
O trem acidentado pertence à rede administrada pela TBA, propriedade dos irmãos Claudio e Mario Cirigliano, um dos grupos de transporte mais poderosos do país, relacionados pela imprensa local com o ex-secretário de Transporte Ricardo Jaime, investigado por corrupção.
A justiça investiga as circunstâncias do acidente e as possíveis causas, enquanto aumenta a polêmica sobre a necessidade de apurar responsabilidades para evitar que a tragédia se repita no futuro.
O comboio havia estado dois meses parado por problemas técnicos, segundo dirigentes sindicais, tinha entre 40 e 50 anos de uso, transportava cerca de 1.500 passageiros e, como é habitual na rede ferroviária de Buenos Aires, fazia seu percurso com várias portas abertas, segundo testemunhas.
Uma situação comum para os usuários da ferrovia argentina, acostumados a trens desvencilhados, sem portas ou sem guichês, sujos, velhos e, com frequência, com deficiências técnicas.
Nem sempre foi assim. A Argentina chegou a ter uma das melhores redes ferroviárias latino-americanas, mas as privatizações maciças do governo de Carlos Menem (1989-1999) desmantelaram o sistema público de transporte e deixaram a rede nas mãos de empresas privadas que recebem suculentas subvenções.
"Nas privatizações está a essência desta tragédia", denunciou o economista Leopoldo Markus, partidário de apontar responsabilidades aos sucessivos governos argentinos pela falta de controle sobre as empresas privadas e os subsídios.
"Sem investimentos colocamos o usuário em perigo. Não funciona o sistema de controle", ressaltou o dirigente da União Ferroviária, Rubén Sobrero. Sobrero divide a responsabilidade entre as empresas privadas e o Executivo porque "ninguém neste governo pode dizer que desconhece a realidade".
"Desde o momento em que uma formação sai com as portas abertas, todos os dias milhares de pessoas viajam com risco de morte", alertou o ex-promotor Eduardo Mondino. Segundo sua opinião, "isto não é um acidente, tem responsabilidades políticas e funcionais".
No meio da polêmica, Roque Cirigliano, da empresa TBA, afirmou hoje que o trem "estava em boas condições" e não descarta que o acidente tenha sido causado por um "erro humano" dado que "é pouco provável que fique sem freios".
Cirigliano esteve na estação Once, local da tragédia, no coração de Buenos Aires, e teve que sair rapidamente no meio da indignação generalizada dos passageiros.
Para o auditor geral da Nação, Leandro Despouy, "estão dadas as condições para que o Estado possa proceder a rescisão da concessão" da TBA, porque o acidente foi "consequência direta do descumprimento de normas básicas".
Despouy, em declarações à Radio Continental, lembrou que a Auditoria Geral da Nação realizou em 2008 um relatório sobre "as deficiências que apresentava o serviço" nessa linha e afirmou que "a situação era desastrosa", especialmente as condições do sistema de freios. Desde então, denunciou, o estado dos trens da linha Sarmiento "não mudou mais para evitar este tipo de situações".
As críticas atingiram também o governo de Cristina Fernández de Kirchner, e muito especialmente o secretário de Transportes, Juan Pablo Schiavi, que horas depois do acidente declarou que a tragédia foi mais grave pelo costume dos argentinos de viajarem nos primeiros vagões. "As pessoas não eram responsáveis por estarem ali, apertadas (...). A gravidade da tragédia é que ela estava anunciada", respondeu nesta quinta-feira o jornalista Ricardo Kirchbaum em um artigo no jornal Clarin.

Assista a vídeo que registrou o momento do acidente:


São Paulo não está livre de uma tragédia como a ocorrida em Buenos Aires. Desde o ano passado uma série de acidentes, alguns com vítimas fatais, vem ocorrendo no sistema ferroviário desse estado. O serviço precário é oferecido pela CPTM, fruto da privataria tucana da década de noventa.


 Terra


SP: MP abre procedimento para apurar acidentes com trens da CPTM



A Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo da Capital instaurou, nesta quarta-feira, procedimento preparatório de inquérito civil para investigar os recentes acidentes com trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
A colisão desta quarta-feira deixou 38 feridos. Foto: Rafael Brito/Futura PressO objetivo é avaliar se os acidentes ocorreram por falha humana - causa apontada pela CPTM para o evento ocorrido nesta quarta-feira, na linha 7 - Rubi - , ou se aconteceram falhas técnicas, de sinalização ou de treinamento de pessoal.
A Promotoria já solicitou à CPTM informações sobre o histórico dos acidentes com trens da companhia ocorridos nos últimos seis meses. As informações solicitadas deverão ser remetidas do Ministério Público no prazo de 20 dias.

Colisão de trens

Uma colisão entre dois trens na região da Vila Clarice, no noroeste de São Paulo deixou 38 pessoas ficaram feridas. A colisão ocorreu por volta das 9h, na Estação Vila Clarice, no sentido Jundiaí - Estação da Luz. Segundo a CPTM, um trem de manutenção bateu na traseira de uma composição que levava passageiros.

O secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos (STM), Jurandir Fernandes, disse que existe a hipótese de falha humana. "Isso será investigado", declarou Fernandes. A linha ficou bloqueada no sentido Estação da Luz e foi liberada no fim da manhã.
No dia 27 de janeiro, outra colisão entre trens deixou três pessoas feridas. Um trem da CPTM que trafegava pela Linha 8-Diamannte, em direção à estação Júlio Prestes, bateu em outra composição que realizava manobras. A colisão foi entre as estações Itapevi e Engenheiro Cardoso.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Valência há seis dias em “estado de sítio”. Desde a passada quarta-feira, os relatos de atos de violência contra estudantes por parte das autoridades valencianas têm sido uma constante. A manifestação realizada esta terça-feira juntou um número ainda maior de pessoas e os protestos já se alastraram a várias cidades espanholas.



Desde a passada quarta-feira, os relatos de atos de violência contra estudantes por parte das autoridades valencianas têm sido uma constante. A manifestação realizada esta terça-feira juntou um número ainda maior de pessoas e os protestos já se alastraram a várias cidades espanholas.
Foto de Kai Foersterling, EPA/Lusa.
Segundo divulga a Esquerda Anticapitalista espanhola no seu site, Valência, capital e maior cidade da Comunidade Valenciana e terceira maior da Espanha, encontra-se há seis dias em “estado de sítio”.
A escalada de violência contra os manifestantes teve início na passada quarta-feira, quando algumas centenas de estudantes se reuniram em frente ao Instituto Luis Vives como forma de protesto contra os cortes no ensino impostos pelo governo valenciano. As medidas de austeridade promovidas pelo executivo traduzem-se não só em cortes salariais como também na redução do apoio aos estudantes e inclusive, nas condições logísticas das salas de aulas, estando, neste momento, o aquecimento das mesmas a ser limitado. A situação das universidades públicas de Valência é já dramática.
Durante os protestos da passada quarta-feira terá sido cortado o trânsito em duas das principais ruas da cidade, o que despoletou uma intensa carga policial.
Desde então, os conflitos entre polícia e manifestantes têm-se intensificado, sendo que os protestos contam com estudantes de todos os institutos de Valência, pais, professores e até mesmo representantes sindicais e políticos.
Esta terça-feira, registaram-se mais 21 detenções, cinco das quais eram respeitantes a menores de idade. Ver vídeo da carga policial.
Autoridades estão a “encher as prisões de estudantes”
O presidente da Federação Valenciana de Estudantes e conselheiro escolar do Estado e da Comunidade Valenciana, Alberto Ordonez, que foi preso na passada quinta-feira, afirmou que as autoridades estão a “encher as prisões de estudantes" e que os estudantes só abandonarão as ruas quando forem libertos os estudantes detidos sem qualquer acusação.
"Mais educação e menos corrupção", ”Quanta mais violência usarem, mais seremos”, Por uma educação pública, laica e de qualidade”, “Estas são as nossas armas” (em alusão as livros que carregam consigo), são alguns dos motes a que recorrem os manifestantes.
Protestos ganham maior amplitude
Segundo noticia o El Pais, os protestos convocados para esta terça-feira foram os maiores desde que começaram os confrontos. Foi organizada uma marcha de apoio que saiu da faculdade de História e se uniu aos milhares de manifestantes concentrados em frente ao Instituto Luis Vives. Ver vídeo da manifestação.
Entretanto, têm-se multiplicado os pedidos de demissão da delegada do governo, Paula Sánchez de León. Vários partidos também já pediram a comparência do ministro do Interior no Congresso dos Deputados.
A maioria dos sindicatos de estudantes decidiram convocar uma greve conjunta para 29 de fevereiro, enquanto os partidos políticos da oposição anunciaram uma concentração de solidariedade para com os estudantes para esta quarta-feira.
Em comunicado, a Esquerda Anticapitalista espanhola reivindica a libertação dos detidos em Valência, a renúncia da delegada do governo e dos responsáveis pelas forças policiais e a retirada do decreto sobre as medidas urgentes do Conselho do governo valenciano e da Lei de Reforma Laboral.
Protestos alastram-se um pouco por toda a Espanha
Esta terça-feira, os protestos já se alastraram a outras cidades espanholas. Em cidades como Barcelona, ​​Sevilha, Málaga, Benidorm, Alicante, Cáceres, Granada, entre outras, os estudantes uniram-se aos protestos dos seus colegas de Valência, organizando concentrações em frente às delegações do governo e em frente à sede do PP. Em Madrid foi convocado um protesto denominado Primavera Valenciana para a Praça do Sol, e foi agendada uma concentração para as 20h em frente ao ministério da Educação.
Chefe da polícia de Valência chama estudantes de “inimigos”
As declarações do chefe da polícia de Valência também contribuíram para agravar o descontentamento dos estudantes. Antonio Moreno justificou o facto de não revelar o número de agentes que tinha nas ruas da cidade com o argumento de que "é imprudente revelar ao inimigo” quais são as suas forças.
O ministro da Justiça espanhol, Alberto Ruiz-Gallardón, já veio também defender esta terça-feira a ação das forças policias, alegando que os agentes policiais foram "violentamente agredidos".

"Gostaria que as pessoas comparassem o comportamento da PM de SP em dois episódios recentes: a 'desocupação' do Pinheirinho e a apuração das escolas de samba".

Pinheirinho


Anhembi - aos grandes tudo se perdoa, aos pequenos, tudo se condena...





Pescado no Facebook

Racismo na escola Anhembi Morumbi. “Colégio quer transformar vítima de racismo em ré”, alerta deputado



Membros da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) não se convenceram com a defesa apresentada por advogados e querem ouvir a diretora do Colégio Internacional Anhembi Morumbi, Dea de Oliveira. Ela é acusada de forçar a ex- estagiária Ester Elisa da Silva Cesário a alisar os cabelos para se adequar aos padrões da instituição.
O presidente da Comissão, Adriano Diogo (PT) acredita que houve uma tentativa de inverter o foco da investigação.
“Pelo andar da carruagem, pode ser que a menina de vítima vire ré. Quiseram caracterizá-la como uma louca, uma pessoa que não tem o que fazer na vida, que quer aparecer, que é midiática. A diretora [conselheira Mercedes Vieira] falou que era um problema de antagonismo pessoal, que era um problema de relacionamento. E a postura da delegada é de alguém que quer se livrar do problema.”
No dia 17 deste mês, a Comissão ouviu a delegada de Crimes Raciais, Margareth Barreto, representantes do colégio, além de Ester. Durante a audiência, a delegada informou que a diretora ainda prestou depoimento, embora oito pessoas já tenham sido ouvidas.
A Alesp tem a prerrogativa de abrir um inquérito próprio e conduzir as investigações, em paralelo à autoridade policial. Na sequência, a denúncia pode ser oferecida ao Ministério Público. O deputado afirma que encontra dificuldades de tramitar o caso dentro da própria Comissão.
“Eu não estou conseguindo chamar [à Assembleia] a Delegacia de Ensino para dizer – diante de uma violação tão grave – quais os procedimentos que a Secretaria de Educação está tomando, embora sejam flagrantes os depoimentos e as evidências.”
O Colégio Anhembi Morumbi foi alvo de dois protestos de organizações do movimento negro. No último, manifestantes ocuparam o Shopping Higienópolis, no centro da capital.


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Para fechar bem a folia, Radiohead


Radiohead
 - Street Spirit (Fade Out)







Radiohead
 - There, There






Radiohead - Rabbit In Your Headlights 

(With Unkle)