segunda-feira, 5 de abril de 2010

Vox Populi dispara contra críticas da Folha




"Quem tem de se explicar é o Datafolha", afirma João Francisco Meira, diretor-presidente do Vox Populi. Ele critica ainda a Folha por não ouvir o instituto ao questionar sua metodologia


Rede Brasil Atual


Diante dos questionamentos a respeito dos resultados da pesquisa eleitoral do Vox Populi, o diretor-presidente do instituto João Francisco Meira critica a cobertura da Folha de S.Paulo e enseja ir ao ataque. "Quem tem de se explicar é o Datafolha", afirma em entrevista à Rede Brasil Atual.

Divulgada no sábado pela Band, o levantamento mostrou ascensão da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, que empatou tecnicamente com o nome do PSDB ao cargo, José Serra. O ex-governador de São Paulo aparece com 34% das intenções de voto contra 31% da ex-ministra da Casa Civil. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Um dos principais questionamentos ao levantamento do Vox Populi diz respeito à ordem das perguntas. Primeiro, os entrevistados eram interrogados sobre o conhecimento prévio dos pré-candidatos. Depois, demandava-se a intenção de voto. "Nossos levantamentos são feitos da mesma forma há anos, sem alteração", defende-se Meira.

Admitindo-se irritado com "essa conversa sobre nosso questionário", ele defende a opção adotada pelo instituto. "Quem disse que perguntar sobre o conhecimento do candidato influencia na intenção de voto? O contrário é que sim", critica.

Para o cientista político, a ordem é necessária porque as questões sobre a preferência do eleitor incluem apresentar diferentes listas de candidatos aos entrevistados. Depois de ler os nomes nas cartelas, os participantes poderiam dizer que ouviram falar de um dos concorrentes apenas porque viram seu nome entre as opções apresentadas.

A diferença de metodologia entre os realizadores de pesquisas eleitorais poderiam ser reduzidas, na visão de Meira, com diálogo entre as empresas, mas não há disposição para isso. "É uma discussão que deveria estar no plano técnico mas, por uma opção editorial, dão outro rumo", lamenta.

"O Vox Populi tem um modelo, falamos na casa das pessoas, damos tempo para elas responderem, nossas pesquisas podem ser auditadas a qualquer tempo", pondera. "O Datafolha faz entrevistas na rua, sem verificar se a pessoa mora mesmo na cidade", compara.

Meira lembra que outros institutos como o Sensus e o Ibope trouxeram tendências semelhantes às contatadas pelo Vox Populi. Ainda segundo ele, o único com dados divergentes foi o Datafolha. "Na pesquisa de março, (os técnicos do Datafolha) não publicam detalhes, e as explicações que deram não batem", critica. As mudanças no cenário, relacionadas ao fim dos problemas com as chuvas em São Paulo e o crescimento sem causas específicas na região Sul foram as razões apresentadas pelo Datafolha.

Segundo Meira, a principal diferença entre os institutos é que o Datafolha faz parte de um grupo de comunicação que tem um jornal de grande circulação. "Não posso brigar com um jornal como esse", sustenta. "Enviamos uma nota ainda no sábado para o jornal (Folha), mas nenhuma linha foi publicada. Queria saber se o manual de jornalismo que eles dizem respeitar está sendo respeitado neste caso", ataca.

Apesar das duras críticas, Meira defende que os quatro principais institutos de pesquisa do país têm capacidade de projeção semelhante nas proximidades do pleito. Para isso, cita estudos de Marcos Figueiredo, do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj).

Resultados


Para João Francisco Meira, o levantamento de abril é um marco no processo de campanha porque é o último produzido antes da desincompatibilização dos candidatos. Nas próximas edições, os eleitores lidarão com personalidades na condição de pré-candidatos e não ministro ou governador – no caso dos dois primeiros colocados. "Agora, ambos estão livres da condição de mandatários para se movimentar em debates pelo país ou dar entrevistas na TV e no rádio", aposta.

Em relação a Dilma e Serra, os percentuais estão relacionados à projeção obtida nas propagandas políticas obrigatórias de seus respectivos partidos. De um lado, a pré-candidata petista conseguiu um importante embalo pela exposição da propaganda partidária de dezembro. Mais recentemente, recebeu um impulso ligado ao maior conhecimento de que seu nome é endossado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Do outro lado, José Serra conteve a queda também por contar com maior espaço nas inserções de TV e rádio.

Esse conjunto, segundo Meira, explicaria os quatro pontos percentuais a mais recebidos por Dilma e a estabilização de Serra.



Pânico na TV faz campanha descarada para José Serra


Serra é o de amarelo


Cliquem aqui e vejam a forma simpática que o Pânico na TV mostra a candidata Dilma Rousseff. O Pânico na TV é de longe o programa mais asqueroso da televisão brasileira, Serra está em casa. O grosso do público deste programa é aquilo que se pode chamar de Zé Povinho, são os mesmos que dão audiência ao Datena e ao Ratinho, e nas eleições costumam votar em tipos como Paulo Maluf, Jair Bolsonaro e Joaquim Roriz.

Mas nem todos que assistem este "humorístico" estão nas garras do trololó, por isso é bom estar atento ao que se passa e alertar aqueles que acompanham este programa apenas "para ver as gostosas", como alguns conhecidos meus, ou só para rir com alguns quadros. Vamos alertar as pessoas sobre a campanha criminosa que eles estão fazendo para o Serra. Certamente este apoio não é motivado por motivos ideológicos.

Outro ponto que quero destacar é a forma extremamente pejorativa que é mostrada a candidata Dilma. Quem a imita é o "humorista" Carioca, que apresenta a ex-ministra como autoritária, grossa, desbocada, masculinizada (sapatão mesmo). O objetivo claro é colar essa imagem em Dilma Rousseff. Do outro lado, vemos um Serra (aliás, quem imita o tucano?) bem humorado, brincalhão, simpático, atencioso e fanfarrão. Engraçado é como Serra fica a vontade perto dos palhaços do Pânico, bem diferente da sua postura com certos repórteres que ousam lhe fazer perguntas espinhosas, com esses é na base de coice.

Para completar, veja o vídeo e confira como Serra baba em cima de Sabrina Sato. E não é a primeira vez que o Zé Babão faz isso, é um galanteador contumaz, não resiste a uma bela mulher. Nada contra, mas um senhor casado se portando como um adolescente xavequeiro não costuma pegar bem, sobretudo se este senhor é candidato a presidência da República. Lembro-me que quando Lula distribuiu elogios exagerados a presidenta argentina Cristina Kirschner foi aquela gritaria no PIG.

Serra pode tudo, fala o que quiser, come, digo, canta quem quiser, faz o que quer e ninguém ousa abrir a boca. Serra é o nosso Trujillo, se chegar a presidência transformará esse país numa fazenda sua.






domingo, 4 de abril de 2010

A Barbárie fascista no III Reich E o apagamento da História





Miguel Urbano Rodrigues

A morte de um delinquente cubano, mascarado de preso político, após prolongada greve da fome, e a entrada em greve da fome de outro cubano são há semanas tema de editoriais e reportagens nos media internacionais. O segundo, em liberdade, exige, tal como o fez o primeiro, a libertação de todos os «presos políticos cubanos».

Os dois cidadãos que desafiaram o governo de Havana com tão inédita reivindicação foram imediatamente guindados a heróis pela comunicação social, de Washington a Paris, de Londres a Otawa. Simultaneamente, chovem sobre Cuba violentas críticas, acusando o seu governo de ditadura desumana e desrespeitadora dos direitos humanos.

Os mesmos órgãos de comunicação social que participam dessa campanha anti-cubana, de âmbito mundial, raramente dedicam um mínimo de atenção aos crimes, esses sim, muito reais diariamente praticados no Afeganistão e no Iraque pelas forças dos EUA e da NATO que ocupam esses países. Quanto à tortura de prisioneiros em Guantánamo e aos horrores do presídio de Abu Ghrabi são temas há muito esquecidos pelos grandes jornais e emissoras de televisão do Ocidente.

O denominador comum nesta campanha anti-cubana é um anti-comunismo transparente. Tudo serve aos analistas e politólogos de serviço para deturpar os factos, de modo a despejaram calúnias contra a Ilha, com tempero de ataques a Fidel, Marx e Lenine.

O objectivo desta gritaria reaccionária é, afinal, o mesmo das campanhas que visam criminalizar o comunismo, equiparando-o ao fascismo.

Nestes tempos em que na República Checa tentam proibir o Partido Comunista, e em Riga a direita desfila prestando homenagem aos letões que combateram nas SS de Hitler contra a União Soviética, a imprensa «bem pensante», que se apresenta como democrática e anti-comunista, mantém um silêncio praticamente total sobre os crimes do fascismo.

Se a Alemanha da Sra. Merkel é o motor da União Européia, para que recordar o que foi o III Reich, desaparecido há 65 anos?

O apagamento da História é imprescindível à sua falsificação.

(...)

Como é possível – coloco a questão – que governantes e intelectuais que se apresentam como paladinos da liberdade e da democracia se empenhem hoje em deformar e falsificar a História, esforçando-se por apagar a memória do fascismo reichiano, enquanto tudo fazem para satanizar o socialismo (e o comunismo), única alternativa à barbárie do capitalismo em crise?

Como é possível que os governos e os grandes media da Europa assistam com indiferença à ascensão na Holanda, na Áustria e nos países bálticos de organizações fascistas e despejem calúnias contra os trabalhadores gregos que lutam nas ruas em defesa dos seus direitos?

Como é possível que dezenas de milhões de norte-americanos manifestem apreço pela política do governo neofascista da Colômbia, aceitem passivamente o bloqueio a Cuba e expressem simpatia pela histérica campanha contra a Ilha socialista transformada, de repente, em assunto do dia?
nto

Para ler o texto completo: ODiário.info



a História é imprescindível à sua falsificação.

sábado, 3 de abril de 2010

Os Estados Unidos contra John Lennon


Vale a pena ver




Sentada na cadeira da sala escura de cinema, ao som de "Imagine", fica difícil não traçar um paralelo entre o passado – a Guerra do Vietnã – e a atual e evasiva "guerra contra o terror". As palavras do discurso de Nixon em relação à guerra parecem uma cópia exata da retórica pró-guerra de Bush. Mas desta vez não se trata de efeitos de computação gráfica. "The US vs John Lennon" mostra, entre outras coisas, a história de uma nação que não aprende com seus erros.

Escrito e dirigido por David Leaf e John Scheinfeld, com dezenas de imagens raras, o documentário é uma espécie de máquina do tempo, graças a Yoko Ono que, mais uma vez, possibilita aos fãs do gênio entrar em contato com a intimidade do cantor. O espectador é presenteado com imagens do cotidiano de Lennon, desde sessões de gravações às suas conversas com seu filho então bebê, Sean. Com o documentário, o público tem a oportunidade de conhecer um pouquinho mais de John Lennon e de sua paixão e determinação na luta contra a guerra. Lennon não cantava palavras vazias; ele realmente queria que o mundo imaginasse uma vida de paz e amor.

O filme entrelaça a vida de John Lennon com a História americana, durante o período de 1966 a 1976, e mostra uma faceta não muito conhecida do beatle: a de inimigo número um do Estados Unidos. Isto mesmo. Graças a seus inúmeros esforços anti-guerra, desde letras de música, protestos (na cama ou na rua), e slogans do tipo "Give peace a chance", a administração de Nixon não mediu esforços e tentou de todas as maneiras deportar Lennon e mandá-lo para bem longe do país. Quando um dos entrevistados olha para a câmera e diz que "John Lennon representava vida e Nixon e Bush representam a morte", um silêncio sombrio toma conta da sala de cinema.

"Os EUA contra John Lennon" é um documentário que chega no momento certo - ainda que, para fãs do ex-beatle, toda hora é hora para Lennon, pois além de contar a vida do cantor e compositor inglês durante um período específico, também trata de assuntos atuais e relevantes, como a liberdade de expressão, o abuso de poder do governo, os horrores da guerra e a importância da paz mundial.

O carisma, a inteligência e a paixão de Lennon estão traduzidos nesse documentário fascinante. As idéias, a música e a voz de John acompanham o espectador, e ecoam na nossa cabeça horas depois de o filme terminar. Era isso que Lennon queria. No documentário, ele convida seus fãs a agir e a dizer não à apatia. Ainda que algumas letras pareçam ingênuas e utópicas, elas renovam as esperanças de um mundo melhor. "You may say I'm a dreamer, but I'm not the only one. I hope some day you'll join us and the world will live as one".
















quinta-feira, 1 de abril de 2010

E por falar em Jesus Cristo




Santiago (Neltair Rebés Abreu), 1950, cartunista, chargista, ilustrador e quadrinista gaúcho. Criador do Macanudo Taurino e autor dos livros Refandango, Conhece o Mário?, co-autor das coletâneas de humor QI 14, ...E o Bento Levou, Corta Essa e, com Crist e Fontanarosa, do livro Gauchíssima Trindade. Um dos artistas mais premiados em salões de humor pelo Brasil e mundo afora.



NAJI AL-ALI (1936-1987) cartunista e ilustrador palestino, considerado um dos mais populares do mundo árabe. Criador da personagem Handala, uma criança palestina refugiada que aparece como sua assinatura em todos os seus desenhos desde 1975.



Jaguar (Sérgio Jaguaribe), 1932, cartunista, quadrinista, ilustrador e cronista carioca. O humor mais escrachado do Brasil, um dos traços mais originais do mundo. Com Millôr, Fortuna, Claudius e outros, é autor do clássico 10 em Humor, livro de 1968. Fundador do Pasquim, é o pai do Sig, símbolo do jornal que "tirou a gravata do jornalismo brasileiro". Além de Hay Gobierno, Soy Contra, publicou livros de crônicas da vida boêmia.



Kayser (Luciano Kayser Vargas), 1970, chargista, cartunista e quadrinista de Porto Alegre. Colaborador de O Timoneiro (Canoas) e do Jornal do Vale (Lajeado). Criador do Bagassauro e co-autor da antologia de humor Edição de Risco.




Mr. Fish (Dwayne Booth). Jovem cartunista americano que publica no LA Weekly. No site do jornal, publica o blog Cath of the Day. Seus cartuns e charges foram editados em livros como The Big Book of Bush Cartoons, The Best Political Cartoons of the Year nos anos de 2006 e 2007.



Angeli (Arnaldo Angeli Filho), 1956. Cartunista e quadrinista paulista. Publica charges no jornal Folha de São Paulo há três décadas. Criador da revista Chiclete com Banana, onde publicou personagens como Rê Bordosa, Bob Cuspe, Os Skrotinhos, Bibelô e tantos outros que viraram ícones do quadrinho brasileiro.



Bier (Augusto Franke), 1959, cartunista, chargista, quadrinista e ilustrador de Santa Maria, RS. Criador do Blau, autor da série Rio Grosso do Sul e co-autor das coletâneas de humor ...E o Bento Levou, Corta Essa e Edição de Risco. Colaborador de jornais e revistas do país.




O Dia Mundial do Eleitor da Direita!!!!!






Para quem ascendeu à crasse média nos ultimos 8 anos e gosta de chamar o Lula de analfabeto;



Para quem compra de tudo que vê na TV, e ainda diz que o governo é incompetente;


Para quem tem que acordar cedo e enfrentar engarrafamento na Marginal, ainda assim perde tempo assistindo BBB10 e depois ainda assiste ao Jornal da GROBO;


Para quem acha que pobre dependente do Bolsa Família é vagabundo;


Para quem vota em ssERRA sem ser rico ou paulista (ou ambos);


Para quem compra o GROBO, A Fôia, o Estragão, o (nota)Zero Hora e acredita;


Para quem assiste a GROBO, a rede BANDalha, o SBTitica e gosta;


Para quem acredita em Leitões, Datenas, Waacks, Kamels, Casoys, Renatos, Renatas, Garcias e Bonners;


Para quem acredita que Lula só continuou o que FHgá começou;


Para quem acha que o sucesso do atual governo foi só sorte;


Para quem acha que Obama só estava zoando O CARA;


Para quem estuda em Universidades federais, não vê uma greve há anos e mesmo assim, reclama da educação do governo Lula;


Para quem não precisa mais doar comida pro Natal Sem Fome e nem percebeu;


Para quem mora no Acre onde não tem água nem esgoto mas assiste propaganda da SABESP dizendo que em SumPaulo tem, e acredita;


Para quem acha que as privatizações levaram o Brasil ao paraíso neoliberal, mas não consegue que a AMPLA, a LIGHT ou a ELETROPAULO venham na sua rua fazer um concerto básico, e passa mais de 24 horas sem luz, pagando as tarifas mais caras do mundo;


Pra quem acredita em pesquisas de DatadaFôia e Grobope


e finalmente
Para você que acha que ssERRA, se eleito, iria governar bem…


Feliz Dia Mundial do Eleitor de Direita





Por que a Globo investiu na vitória de Dourado no BBB 10 ?



Brothers que deram 154 milhões de votos a Dourado, seguindo fielmente as diretrizes do Grande Irmão, que fala pela boca de Pedro Bial.


O próprio Dourado já assumiu que recebeu uma "forcinha" do apresentador e filósofo fascista Pedro Bial na décima edição do BBB que terminou nesta terça-feira, 30/03/2010. Todo ano a Globo escolhe aquele que vai ganhar, geralmente investe em tipos boa praça, simpáticos ou engraçadinhos. Os vencedores das edições anteriores sempre faziam o tipo bom moço (pois só ganha homem); davam uma de politicamente corretos e faziam média para o público. Dessa vez nem isso, Dourado faz o tipo bruta-montes, é homófobo, machista, espertalhão, já contava com o benefício de ser reincidente no programa, e ainda foi ajudado pela produção, que editou o programa a seu favor.

Qual o motivo da Globo investir descaradamente na vitória desse sujeito, abrindo mão até de sua pretensa imparcialidade? E mais, beneficiou um indivíduo polêmico, que incita o ódio e não desperta nada de bom nas pessoas.

Creio que seja exatamente isso, nesse ano de eleição é interessante estimular o que há de pior nas pessoas, seus preconceitos, sua intolerância, seu individualismo; machismo, homofobia, ódio de classe, conflitos regionais. Também é necessário injetar boçalidade em doses cavalares no povo. Só assim eles estarão aptos a votar em José Serra, candidato que sintetiza todas as distorções de caráter que elenquei acima. Serra só vencerá despertando nas pessoas o que elas tem de pior, e a Globo já começou fazer esse serviço, dando a vitória no BBB 10 a um homófobo.

Não será estranho se Dourado frequentar os palanques do Serra quando começar a campanha eleitoral.