domingo, 4 de abril de 2010
A Barbárie fascista no III Reich E o apagamento da História
sábado, 3 de abril de 2010
Os Estados Unidos contra John Lennon
Escrito e dirigido por David Leaf e John Scheinfeld, com dezenas de imagens raras, o documentário é uma espécie de máquina do tempo, graças a Yoko Ono que, mais uma vez, possibilita aos fãs do gênio entrar em contato com a intimidade do cantor. O espectador é presenteado com imagens do cotidiano de Lennon, desde sessões de gravações às suas conversas com seu filho então bebê, Sean. Com o documentário, o público tem a oportunidade de conhecer um pouquinho mais de John Lennon e de sua paixão e determinação na luta contra a guerra. Lennon não cantava palavras vazias; ele realmente queria que o mundo imaginasse uma vida de paz e amor.
O filme entrelaça a vida de John Lennon com a História americana, durante o período de 1966 a 1976, e mostra uma faceta não muito conhecida do beatle: a de inimigo número um do Estados Unidos. Isto mesmo. Graças a seus inúmeros esforços anti-guerra, desde letras de música, protestos (na cama ou na rua), e slogans do tipo "Give peace a chance", a administração de Nixon não mediu esforços e tentou de todas as maneiras deportar Lennon e mandá-lo para bem longe do país. Quando um dos entrevistados olha para a câmera e diz que "John Lennon representava vida e Nixon e Bush representam a morte", um silêncio sombrio toma conta da sala de cinema.
"Os EUA contra John Lennon" é um documentário que chega no momento certo - ainda que, para fãs do ex-beatle, toda hora é hora para Lennon, pois além de contar a vida do cantor e compositor inglês durante um período específico, também trata de assuntos atuais e relevantes, como a liberdade de expressão, o abuso de poder do governo, os horrores da guerra e a importância da paz mundial.
O carisma, a inteligência e a paixão de Lennon estão traduzidos nesse documentário fascinante. As idéias, a música e a voz de John acompanham o espectador, e ecoam na nossa cabeça horas depois de o filme terminar. Era isso que Lennon queria. No documentário, ele convida seus fãs a agir e a dizer não à apatia. Ainda que algumas letras pareçam ingênuas e utópicas, elas renovam as esperanças de um mundo melhor. "You may say I'm a dreamer, but I'm not the only one. I hope some day you'll join us and the world will live as one".
quinta-feira, 1 de abril de 2010
E por falar em Jesus Cristo
O Dia Mundial do Eleitor da Direita!!!!!
Para quem compra de tudo que vê na TV, e ainda diz que o governo é incompetente;
Para quem tem que acordar cedo e enfrentar engarrafamento na Marginal, ainda assim perde tempo assistindo BBB10 e depois ainda assiste ao Jornal da GROBO;
Para quem acha que pobre dependente do Bolsa Família é vagabundo;
Para quem vota em ssERRA sem ser rico ou paulista (ou ambos);
Para quem compra o GROBO, A Fôia, o Estragão, o (nota)Zero Hora e acredita;
Para quem assiste a GROBO, a rede BANDalha, o SBTitica e gosta;
Para quem acredita em Leitões, Datenas, Waacks, Kamels, Casoys, Renatos, Renatas, Garcias e Bonners;
Para quem acredita que Lula só continuou o que FHgá começou;
Para quem acha que o sucesso do atual governo foi só sorte;
Para quem acha que Obama só estava zoando O CARA;
Para quem estuda em Universidades federais, não vê uma greve há anos e mesmo assim, reclama da educação do governo Lula;
Para quem não precisa mais doar comida pro Natal Sem Fome e nem percebeu;
Para quem mora no Acre onde não tem água nem esgoto mas assiste propaganda da SABESP dizendo que em SumPaulo tem, e acredita;
Para quem acha que as privatizações levaram o Brasil ao paraíso neoliberal, mas não consegue que a AMPLA, a LIGHT ou a ELETROPAULO venham na sua rua fazer um concerto básico, e passa mais de 24 horas sem luz, pagando as tarifas mais caras do mundo;
Pra quem acredita em pesquisas de DatadaFôia e Grobope
e finalmente
Para você que acha que ssERRA, se eleito, iria governar bem…
Por que a Globo investiu na vitória de Dourado no BBB 10 ?

quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Negros correm mais riscos do que brancos
E tem gente que fala que não há racismo no Brasil
Estadão
Pouco beneficiados pelas recentes ações de combate à violência, os jovens negros são 130% mais alvo dos assassinatos cometidos no País.
O trabalho também mostra que o risco de um jovem negro ser vítima de homicídio no País é 130% maior do que o de um jovem branco. A desigualdade entre as duas populações, que já era expressiva, aumentou de forma assustadora em cinco anos. Em 2002, morriam 1,7 negros entre 15 a 24 anos para cada jovem branco da mesma faixa etária. Em 2007, essa proporção é de 2,6 para 1.
O abismo entre taxas de homicídios é resultado de duas tendências opostas.
Nos últimos cinco anos, o número de mortes por assassinato entre a população jovem branca apresentou uma redução significativa: 31,6%. Entre negros, o movimento foi outro, um aumento de 5,3% das mortes no período. "Brancos foram os principais beneficiados pelas ações realizadas de combate à violência. Temos uma grave anomalia que precisa ser reparada", diz Jacobo.
O trabalho revela que em alguns Estados as diferenças de risco entre as populações são ainda mais acentuadas. Na Paraíba, por exemplo, o número de vítimas de homicídio entre negros é 12 vezes maior do que o de brancos. Em 2007, a cada 100 mil brancos, eram registrados 2,5 assassinatos. Entre a população negra, no mesmo ano, as taxas foram de 31,9 homicídios para cada 100 mil.
"As diferenças sempre foram históricas no Estado. Mas as mudanças nesses últimos cinco anos foram muito violentas", avalia Jacobo. Paraíba seguiu a tendência nacional: foi registrada a redução do número de vítimas entre brancos e um aumento do número de assassinatos entre negros.
Pernambuco vem em segundo lugar: ali morrem 826,4% mais negros do que brancos. Rio de Janeiro ocupa a 13ª posição, com percentual de mortes entre negros 138,7 % maior do que entre brancos. São Paulo vem em 21º lugar. No Estado, morrem 47% mais negros do que brancos.
O Paraná é o único Estado do País onde a população branca apresenta maior risco de ser vítima de homicídio. Ali, proporcionalmente morrem 36,8% mais brancos do que negros.
A esmagadora maioria dos assassinatos no País ocorre entre a população masculina. Em 2007, 92,1% dos homicídios foram cometidos contra homens. Na população de jovens, essa proporção foi um pouco maior: 93,9%. Espírito Santo foi o Estado que apresentou maior taxa de homicídios entre mulheres: 10,3 por 100 mil, seguida de Roraima, com 9,6. O Maranhão foi o Estado com o menor indicador. Foram registradas 1,9 mortes a cada 100 mil mulheres.
O estudo conclui ainda que não é a pobreza absoluta, mas as grandes diferenças de renda que forçam para cima os índices de homicídio no Brasil. O trabalho fez uma comparação entre índices de violência de vários países com indicadores de desenvolvimento humano e de concentração de renda. "Claro que as dificuldades econômicas contam. Mas o principal são os contrastes, a pobreza convivendo com a riqueza", afirma Jacobo.







