
A venda de armas fornece segurança e proteção para o cliente, enquanto projetos conjuntos criam postos de emprego e estimulam as economias do comprador e do vendedor. Para o vendedor, contratos de manutenção e formação fornecem uma porta aberta para o fortalecimento dos laços econômicos e culturais mais a jusante. América Latina já não o brinquedo de Washington. Na verdade, ela não é de ninguém. Políticas sensatas e socialmente progressistas varreram do poder as oligarquias fascistas assassinas apoiadas pelos EUA na maior parte do continente, e Moscou sempre foi respeitado pelo povo como um amigo e um aliado. Portanto, com a onda de Poder Popular, que recentemente despertou o continente, não constitui surpresa que os governos que deixaram de ser intimidados por seu vizinho do norte viram a Moscou para adquirir equipamento superior a preços melhores e condições mais flexíveis. Venezuela, Brasil e Peru foram os principais compradores de equipamento russo, seguido por Colômbia e México, enquanto a Argentina está alegadamente considerando as actuais condições interessantes de pagamento de Moscou, e para 2010, Bolívia, Uruguai e Equador estão actualmente a negociar acordos. Em 2009, a Federação Russa era o segundo maior fornecedor de armas no mundo após os E.U.A. na região latino-americana, e suas vendas de armas totalizaram mais de US$ 5,4 bilhões, após um crescimento de 900 por cento de 2004 a 2009. A Venezuela representou 4 bilhões de dólares, cerca de metade desta quantia a ser convertida em negócios que dão às empresas russas interesses nos campos venezuelanos de petróleo e de gás. O estranho caso do Brasil Quanto ao Brasil, o governo desse gigante despertado sensatamente coloca a prioridade sobre os contratos que colocam a ênfase em uma abordagem comum que ajude o país a desenvolver sua indústria bélica, mediante operações de fabrico e de transferência de tecnologia. O que é estranho no Brasil é o fato de que as fontes Pravda.Ru têm indicado que a grande maioria dos pilotos e estrategistas da FAB (Força Aérea Brasileira) são favoráveis ao investimento na plataforma fantástica de equipamento russo, como a super-caça Yakovlev Yak-130, excelente para programas de treinamento e as operações de patrulha com seus baixos custos de compra e de manutenção. Além disso, o Sukhoi T-50 é a única caça de quinta geração, que pode ser comparada ao F-22 Raptor norte-americano. E por quê foi o Sukhoi SU-35BM, que a FAB preferia, excluído do Programa brasileiro FX-2? Qual é o jogo que o chefe da FAB, Brigadeiro Junio Sato, joga? Ou seja, o quê está ele fumando? Por quê no seu programa de re-equipamento FX-2 para a Força Aérea Brasileira, ele está considerando o Gripen sueco e Rafale francês quando há alternativas melhores e de menor custo? Alguém está influenciando alguém no Brasil para não comprar o equipamento russo? E o quê é que Junio Sato vai dizer agora, que o Sukhoi não corresponde às normas e procedimentos do governo brasileiro? |
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decisões políticas nem sempre são muito racionais...
ResponderExcluirO Brasil não é um país independente...
ResponderExcluirQuem enviou esta matéria para o Timothy foi eu, o louco fez uma ou outra modificação e publicou. Lógico, a parte que eu DETONO, numa singela homenagem, o CARPIDEIRA-MOR da caserna saudosa de 64 e 32, Juniti Saito, é todinha minha.
ResponderExcluirBrasil no projeto PAK-FA T-50
Algumas noticias vinculadas na internet deram a entender que o Governo brasileiro haveria assinado com a Rússia um acordo para a construção conjunta de uma aeronave de combate de 5ª geração, que deveria ser desenvolvida pelas empresas Sukhoi russa, Hindustan Aeronautics Limited indiana e Embraer brasileira. O acordo também previa que as empresas brasileiras Embraer e a Avibras seriam as responsáveis pela montagem dos caças no Brasil.
O projeto, era visto como bastante importante para o Brasil. Ele poderia significar um grande avanço na indústria bélica nacional, uma vez que iria substituir as atuais aeronaves da FAB, consideradas obsoletas, por outras, com aviônica avançada e melhor manobrabilidade. Entretanto, tudo isso foi deixado para trás, pois o Brasil buscou a realização de projetos mais adequados a realidade e necessidade locais.
O Brasil está oficialmente fora do projeto PAK-FA. A recente viagem do presidente Russo Dmitri Medvedev ao Brasil ocorrida em 25 de novembro de 2008 não resultou na assinatura de nenhum acordo relacionado ao projeto.[2]
O Comandante da Força-Aérea brasileira, Juniti Saito, justificou: "Não quero denegrir a imagem do Sukhoi, mas o projeto não se encaixou nas nossas necessidades."[2]
A Força Aérea brasileira alega que a exclusão dos aviões da Sukhoi ocorreram pela falta de comprometimento em repassar tecnologia.
Contudo, o Itamaraty e fontes russas alegam o contrário,
que a venda dos aviões Su-35 para o Projeto FX-2 não só resultaria na transferência de tecnologia, como também incluiria o Brasil no desenvolvimento do projeto PAK-FA.[3]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Programa_russo_Pak-fa_T-50#Brasil_no_projeto_PAK-FA_T-50