terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Novelas da Globo ladeira abaixo


Viúva (gripe) Porcina preocupada com seu emprego


AdNews


Globo tenta explicar fiasco de novela


A novela Tempos Modernos, da Rede Globo, não conseguiu alcançar bons índices no Ibope. Segundo Daniel Castro, da coluna R7, a trama tem a menor média de audiência na Grande São Paulo, da história da emissora. A novela começou a semana com 24 pontos e terminou com 16,5. Em quatro dos seis dias em que foi exibida, deu menos ibope do que a trama das seis, Cama de Gato.


"Viver a Vida" continua com baixa audiência na Globo


Com pouco menos de cinco meses em cartaz no horário nobre da Globo, "Viver a Vida" ainda não conseguiu chamar atenção do telespectador. A novela de Manoel Carlos segue com baixos índices de audiência e deve fechar com uma das menores médias da história do horário.

Na noite da última quarta-feira (03), "Viver a Vida" obteve apenas 30 pontos de média no Ibope consolidado. Tramas antecessoras, como "Caminho das Índias" e "A Favorita", costumavam registrar entre 36 e 41 pontos neste dia.


Cada vez mais a população brasileira vai tomando consciência da grande empulhação que são as novelas da Globo, chegará o dia em que estas aberrações brigarão para atingir cinco pontos de audiência (e não de Ibope, pois este instituto irá naufragar antes das novelas). Futuramente também se publicarão teses mostrando o quanto as novelas da Globo foram nocivas a cultura brasileira. Quero estar vivo para assistir isso.



Kassab, em sua incansável cruzada contra a classe trabalhadora, quer expulsar os jornaleiros do centro de São Paulo



Daia Oliver/R7



Jornaleiros preparam protesto e abaixo-assinado contra remoção de bancas do centro de SP

Categoria é contra medida da prefeitura que quer remover 84 bancas na região central



O Sindicato dos Vendedores de Jornais e Revistas de São Paulo fará uma manifestação no próximo dia 23 contra a remoção de 84 bancas do centro da capital. Essa bancas foram notificadas pela Prefeitura de São Paulo sobre a retirada em novembro do ano passado. O ato será realizado em frente à sede da administração pública, no viaduto do Chá, na região central, e os profissionais vão entregar um abaixo-assinado ao prefeito Gilberto Kassab (DEM-SP).

O objetivo dos sindicalistas é recolher um milhão de assinaturas – até a última segunda-feira (8), havia somente 70 mil. De acordo com o presidente do sindicato, Ricardo do Carmo, caso o abaixo-assinado não sensibilize Kassab, o sindicato deve entrar com uma medida judicial para evitar a remoção das bancas.

- Se não surtir efeito [o protesto], vamos entrar com um mandado de segurança contra a administração pública.

Carmo disse que, a princípio, o prazo inicial dado pela prefeitura para que os jornaleiros deixem os pontos foi de 30 dias. Entretanto, a administração de Gilberto Kassab (DEM) concedeu prorrogação para mais 90 dias – segundo Carmo, o prazo terminará entre 15 e 25 de fevereiro. Se esse prazo não for cumprido, os jornaleiros notificados perderão o TPU (Termo de Permissão de Uso).

- Isso é impedir o direito à informação. Nós precisamos de dados técnicos para entender o porquê da decisão. Queremos saber para onde as bancas irão, se serão movidas a 100 metros do lugar de origem ou pra outro lugar.

Segundo ele, o centro tem 10% das bancas de toda a cidade – são 500 de um total de 5.000. Na região da avenida Paulista ainda não chegaram notificações, mas, segundo o sindicato, todas as bancas deverão ser removidas da via.

Herança de família

O jornaleiro Pedro Martins Carone, dono da banca Falcão, herdou do pai o estabelecimento, que funciona desde 1954 no centro de São Paulo. Para ele, o caminho não é mudar as bancas de lugar, “que fazem parte da história da cidade”, mas aumentar o policiamento da cidade.

- A banca muitas vezes serve de segurança para quem anda nas ruas. Se a pessoa percebe que está sendo seguida, ela pode se abrigar ali.

Já o arquiteto Milton Melo acredita que as bancas atrapalham o fluxo de pessoas, mas avalia a iniciativa da prefeitura como "radical".

- Algumas bancas atrapalham o fluxo de pessoas nas calçadas e poderiam ser retiradas. Mas, quanto à segurança, não precisa ser tão radical. As bancas poderiam ser mais abertas, com mais transparência para evitar a insegurança.

Outro lado

Procurada pela reportagem do R7, as secretarias de Coordenação de Subprefeituras e de Segurança Urbana afirmam que o objetivo “é evitar pontos cegos para os guardas civis e policiais e também melhorar as condições de movimentação de pedestres e a acessibilidade para portadores de necessidades especiais”. Em nota, os órgãos afirmam que os comerciantes podem sugerir opções para novos posicionamentos de suas bancas.



segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Acorda paulistano!




Cada vez mais o paulistano sente o desgoverno demo-tucano em sua cidade. O sente ao andar de ônibus, trem, metrô; quando chove, nos bares, nas escolas, etc, etc, etc... Agora é esta falta d'água que já dura dois dias. O que mais me incomoda é ausência de revolta deste povo, passei por um bairro carente, próximo a minha casa, na zona oeste de São Paulo, e vi uma fila de mulheres, com baldes na mão, esperando para retirar água de um poço. Todas sorridentes, animadas, parecendo se divertir com a situação. O mesmo acontece quando se pega trem pela manhã, milhares de pessoas espremidas como sardinhas, dando risada o tempo todo, como se estivessem num parque de diversões. E por aí vai, os paulistanos (nascidos ou não aqui) parecem ter se acostumado com o descaso governamental cotidiano, só se mobilizam em situações extremas, como a do Jardim Pantanal, alagado a dois meses. Os serviços públicos oferecidos aos moradores da capital paulista estão cada vez piores, tudo deteriora a olhos vistos, e qual a reação, ao menos a que eu vejo nas ruas? Risos, brincadeiras, gracejos, piadas. De certo que eu sou um tipo mal humorado, mas assim já é demais, virou abuso, não tem água nem para beber, sequer para tomar banho. Acorda paulistano! Tá na hora de mandar essa cambada para a casa do...


domingo, 7 de fevereiro de 2010

Venezuela Rumo ao Socialismo


Oligarcas Tremei!




Presidente Chávez llamó a organizar las milicias populares en cada comuna

El presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Hugo Chávez Frías, hizo un llamado a organizar las milicias populares en cada comuna, en aras de fortalecer la defensa del pueblo a la revolución.

“Las comunas deben recibir adiestramiento de defensa, de guerra popular. Nosotros no vamos a agredir a nadie, pero tenemos que prepararnos para la defensa palmo a palmo de esta revolución, la defensa del pueblo”, expresó el Jefe de Estado durante el Aló, Presidente, número 351, que se transmitió este domingo desde la Plaza Bolívar de Caracas.

“No podemos darnos el lujo de otro fracaso histórico de nuestra revolución. Nosotros llegamos para coronar la gran revolución histórica que comenzó hace 200 años”, expresó.

Asimismo, el Mandatario recordó el inicio del proceso de registro de los consejos comunales, según estipula la nueva Ley Orgánica que los rige, paso que permitirá que tengan personalidad jurídica y puedan iniciar operaciones comerciales, por ejemplo.

Al respecto, el Presidente pidió la redacción de una nueva Ley de Comercio, con el fin de promocionar “el comercio justo y el consumo necesario”.

Enfatizó, además, que la comuna tiene que trascender lo local y engranarse con lo nacional e internacional.

Dijo que lucharían por la revolución socialista en Venezuela y en América Latina, “mediante la solidaridad con los pueblos la región”.

El Jefe de Estado hizo estas reflexiones a propósito de un contacto que realizó en su programa dominical con la comuna en construcción Ezequiel Zamora, en Socopó, municipio Antonio José de Sucre, estado Barinas.

Se trata de una de las 184 comunas en conformación en todo el país, y una de las 11 que nacen en la entidad llanera.

Esta organización popular tiene 294 hectáreas, 41 destinadas a la producción, 49 proyectos socioproductivos, comunitarios y de infraestructura con transferencia de recursos del Ejecutivo Nacional por 13 millones de bolívares, 9 mil 500 personas y 2 mil 600 familias.

Desde Socopó, la viceministra para la Economía Comunal, Lídice Altuve, destacó la importancia del fortalecimiento de los consejos comunales que permite la nueva ley, como un elemento vital para dar el salto cualitativo en la construcción de la comuna como base del socialismo.

Esta comuna contempla la edificación de una escuela, un Mercado de Alimentos (Mercal), un depósito de productos, un estadio y una estación eléctrica.

El presidente Chávez resaltó la importancia de la incursión de las comunas en la producción agrícola como un golpe determinante a la inflación.

“Con el crecimiento de la comuna nace una nueva manera de relacionarnos como hermanos. No competir unos con otros, sino vivir dignamente, vivir bien, y no a expensas del otro”, expresó.



sábado, 6 de fevereiro de 2010

Balé Bolshoi em Cuba


Bolshoi Ballet 2006 Programme Bolshoi Opera 2006 Programme Bolshoi Ballet 2007 Programme

Enquanto isso, os yankees vão as lágrimas com grandes "espetáculos" como Cats e a empolgante ópera rock Tommy




El próximo sábado 13 en el teatro Karl Marx, como parte del programa artístico de la XIX Feria Internacional del Libro.

Primeras figuras del Ballet Bolshoi, de Moscú, compartirán la escena en la noche del sábado 13 de febrero en el teatro Karl Marx con encumbrados representantes de las nuevas hornadas del Ballet Nacional de Cuba, durante una gala especialmente dedicada a la XIX Feria Internacional del Libro.

Entre los visitantes destacan Galina Stepanenko, Premio de la Danza Benois 1995; Anna Antonicheva, medalla de oro en el Concurso Internacional de Jackson 2001, EE.UU.; Elena Andrienko, Ruslán Skvortsov, tercer lugar en el Concurso Internacional de Moscú 2000; Dimitri Belogolovset y Vladimir Neporozhni.

A La Habana traerán pasajes de El lago de los cisnes, Raymonda, Espartaco, Giselle y Carmen.

La parte cubana tendrá como exponentes a Anette Delgado, Alejandro Virelles, Bárbara García, Ernesto Álvarez, Sadaise Arencibia, Javier Torres, Viengsay Valdés, Elier Bourzac, Yanier Gómez, Camilo Ramos, Gustavo Pérez, Alejandro Silva y Yonah Acosta, con un programa mayoritariamente a base de célebres pas de deux clásicos.



quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Serra prejudica milhares de professores em SP




É sempre difícil entender o que há por trás dos projetos do Zé Alagão; incompetência, sabotagem, perseguição... Leiam a matéria abaixo e tentem explicar o que Zé Alagão e seu secretário da educação, Paulo Renato (atenção professores brasileiros, se Serra vencer a eleição este sujeito volta ao Ministério da Educação) pretendem com essa medida. A única certeza que os professores paulistas podem ter é que o o governador tucano de São Paulo quer destruir a educação neste estado.


O governador de São Paulo, José Serra e o secretário estadual de Educação, Paulo Renato, pretendem descumprir a lei federal assinada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e pelo próprio Paulo Renato quando ministro, para atribuir aulas aos professores temporários da rede oficial do estado. A atribuição no modelo em que o governo está implementando permite que estudantes, bacharéis, tecnológos e portadores de licenciatura curta, que participaram da prova para ingresso realizada em dezembro de 2009, que estejam incluídos na primeira lista de classificação, possam escolher aulas antes de professores habilitados, que figurem na segunda lista de classificação porque não obtiveram a pontuação necessária.

Segundo o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo, esta decisão contraria a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/1996, aprovada e sancionada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, na gestão do então ministro da Educação, Paulo Renato Souza, que no artigo 62 estabelece que “a formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nas quatro primeiras séries do ensino fundamental.”

A presidente da Apeoesp, Maria Izabel Azevedo Noronha, afirma que, ao permitir que candidatos não habilitados escolham aulas no lugar dos com habilitação – há casos de alunos que escolherão aulas antes de seu professor, com tempo de serviço e titulações -, o “governador Serra contraria a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, assinada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, prejudicando milhares de professores com muitos anos de serviços prestados à escola pública estadual. O mais curioso, diz ela “é que o Paulo Renato secretário da Educação quer burlar uma lei que ele mesmo estabeleceu quando ministro”. A entidade programou manifestações regionais em frente às Diretorias Regionais de Ensino e também na Secretaria da Educação, em São Paulo, nesta sexta-feira, 05/02, além de utilizar as vias judiciais contra esta decisão do governador.

Kassab veta lei que obrigaria ônibus usar combustível menos poluente


O prefeito Gilberto <span class=
Kassab, um prego


Kassab não dá uma dentro mesmo, já virou lugar comum bater no atual prefeito de São Paulo. Kassab virou saco de pancada, nem o PIG o poupa mais, virou cachorro morto, todo mundo chuta, já seu patrão, escondidinho, escondidinho... Temos que colar a imagem do Zé Alagão na testa do Kassab, seu fantoche. Kassab cortou verbas de varrição de rua, de combate a enchente, cortou verbas para merenda em creches, agora nega verba para combustíveis menos poluentes nos ônibus de São Paulo. E a cidade que se fo#&; o povo de São Paulo que se fo%#.

Sugestão a blogosfera, elaborar o TOP 10 merdas do Kassab.





O prefeito da cidade de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), vetou o Projeto de Lei que obrigaria os veículos públicos a utilizarem combustíveis menos poluentes. Para reduzir a poluição, a proposta citava a utilização do gás natural, etanol, biodiesel e eletricidade. Mas com o veto, 15 mil ônibus da cidade continuarão sendo abastecidos com diesel ou gasolina.

No caso dos ônibus e micro-ônibus, a exigência de adaptação à nova lei seria feita na renovação dos contratos de concessão dos serviços. Para estimular a mudança, deveriam ser oferecidas isenções fiscais e tributárias para as empresas que operam o sistema de transporte.

Entre as razões para justificar o veto, que foram publicadas no
Diário Oficial, Kassab afirmou que o texto do Projeto é inconstitucional. Segundo o prefeito, a proposta trata de matérias de competência exclusiva do Executivo, como a concessão de incentivos fiscais.

A lei de 5 de junho de 2009 instituiu a Política de Mudança do Clima no Município de São Paulo, que prevê a redução progressiva do uso de combustíveis fósseis pelos ônibus da cidade.

O texto da lei diz que, a partir de 2009, a meta para a diminuição dos combustíveis poluentes deveria ser de pelo menos 10% ao ano, até atingir 100% da frota, em 2018.