quinta-feira, 12 de abril de 2012

ALERTA MÁXIMO NA PERIFERIA DA BAGDÁ SANTISTA!!! (Matança policial)




Não foi por falta de aviso do nosso movimento, inclusive junto a Secretária Estadual de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Sra. Eloisa de Sousa Arruda, para quem tentamos alertar junto à compa Rose Nogueira do Grupo Tortura Nunca Mais. Agora, menos de uma semana depois, as nossas piores desconfianças estão se confirmando...

NÃO PODEMOS PERMITIR...





Folha


Homicídios deixam Santos e São Vicente em estado de alerta


Santos e São Vicente, no litoral sul paulista, estão em alerta por causa de uma série de três assassinatos ocorridos desde anteontem (10) no bairro Zona Noroeste, na divisa entre os dois municípios.
Por conta dos crimes, a cúpula da Polícia Civil e a Corregedoria da Polícia Militar investigam se os crimes são uma retaliação contra a morte do soldado da PM Rui Gonzaga Siqueira, 46.
O policial Siqueira era da 4ª Companhia do 6º Batalhão, estava em férias e foi morto a tiros na Zona Noroeste, por volta das 20h de terça-feira (10).
Hoje, alunos de uma escola municipal foram dispensados das aulas após os boatos de um toque de recolher havia sido decretado no bairro.
Os três criminosos que atiraram contra o soldado Siqueira fugiram levando a arma da vítima. Uma bala perdida atingiu um morador que passava pelo local, mas ele não corre risco de morte.
Depois da morte do PM, um ônibus foi queimado por um grupo de cerca de dez homens. Uma passageira que estava no coletivo sofreu queimaduras nos pés, segundo a polícia.
No dia 21 de março, um agente penitenciário foi baleado em frente da mesma padaria onde o soldado Siqueira foi atingido terça-feira. O agente e uma jovem de 15 anos também atingida pelos tiros sobreviveram.
Após o atentado contra o ônibus, um atirador em uma moto matou com cinco tiros Eduardo Expedito Simões da Silva, 22. O crime ocorreu no Jardim Guassú, em São Vicente, na divisa com Santos.
A terceira vítima foi um pintor, de 24 anos, que, assim como o PM e Silva, também foi baleado por motoqueiros.
Investigadores da Polícia Civil e integrantes do serviço reservado da PM (que trabalham à paisana) estão na noite desta quinta-feira na Zona Noroeste atrás de informações que possam comprovar a ligação entre as três mortes.

23 MORTOS

Em abril de 2010, 22 PMs foram presos sob suspeita de participação em um grupo de extermínio que cometeu 22 assassinatos, isso apenas entre 17 e 26 daquele mês.
Os 22 assassinatos, ocorridos em Santos, Guarujá, São Vicente e Praia Grande, foram uma vingança pela morte a tiros do soldado da PM Paulo Rafael Pires, 27, naquele mesmo mês, no Guarujá.

CARRO PRETO

Em abril de 2011, o soldado André Aparecido dos Santos, do 6º Batalhão, o mesmo do soldado morto anteontem, foi preso sob suspeita de circular em um carro preto e atirar contra pedestres em Santos e São Vicente.
Na madrugada de 10 de abril, Paulo Roberto Barnabé, 34, morreu com um tiro no peito. Outras nove pessoas foram baleadas pelo PM, mas sobreviveram.
Entre fevereiro e abril de 2011, PMs da Baixada Santista e membros do tráfico estiveram envolvidos em vários confrontos. Dois PMs e dois traficantes morreram.




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