quarta-feira, 29 de junho de 2011

Via Twitter, filho de Bolsonaro insulta homossexuais e celebra vitória do pai na Câmara


Bolsonaro já xingou a deputada Maria do Rosário de vagabunda na Câmara dos Deputados, se isso não for quebra de decoro, o que será? Manifestou para todo o Brasil seu racismo, crime previsto no código penal, e de quebra ofendeu e vive a ofender os homossexuais dia e noite, sendo que agora ele está terceirizando seu seu serviço sujo para suas crias. O que esse sujeito terá que fazer para receber algum tipo de punição, matar alguém? Clique aqui e veja o vídeo em que esse maldito ofende não apenas a deputada Maria do Rosário, mas todas as mulheres brasileiras e todas as pessoas sadias desse país, aproveite e veja nível do comentário de seus admiradores. A absolvição desse celerado soará como uma vitória para seus signatários. É um atraso para nossa democracia, um passo atrás, além de um estímulo para todos os fascistas exporem sua truculência.  

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O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PP) comemorou de forma inusitada o arquivamento da representação contra seu pai, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), no Conselho de Ética da Câmara nesta quarta-feira, 29. Pelo Twitter, o vereador dirigiu insultos aos homossexuais e disse que a decisão da Câmara é “o início da queda da ditadura do homossexualismo” no País.
Após reiterar o mesmo insulto em duas mensagens (“ch…, vi…!”), Carlos Bolsonaro fez uma declaração de apoio ao pai: “Tenho orgulho d (sic) ser igual ao meu pai em todos os sentidos e um deles é colocar sua competência acima d (sic) sua sexualidade.” O vereador ainda afirmou se divertir coma reação dos “gays” no Twitter. Antes de se despedir, fez questão de reafirmar a própria orientação sexual: “Atenção Boiolas, p/ (sic) infelicidade d vcs (sic), eu sou hétero!”
Jair Bolsonaro foi alvo de uma representação do PSOL após ter discutido publicamente com a senadora Marinor Brito (PSOL-PA) e ter classificado de “promiscuidade” a possibilidade de um filho seu ter relacionamento com uma mulher negra durante entrevista ao programa CQC, da TV Bandeirantes.
O Conselho de Ética rejeitou por 10 votos a 7 a abertura de processo disciplinar contra Bolsonaro. Os deputados do Conselho entenderam que não se pode punir um parlamentar com base em suas opiniões.


Um comentário:

  1. henrique de oliveira30 de junho de 2011 05:14

    No BRASIL quem pede ética é justamente quem não tem.
    Quanto ao nazista em questão (Bolsonaro) acho que o filho dele deveria saber quem seu pai era no quartel.

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